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      InícioGrande ChinaDemocratas dos EUA esboçam nova lei contra concorrência chinesa

      Democratas dos EUA esboçam nova lei contra concorrência chinesa

       

      O Partido Democrata norte-americano está a preparar uma lei destinada para contrariar a concorrência chinesa e manter a liderança do país no cenário global, revelou ontem o líder da maioria no Senado norte-americano, Chuck Schumer.

      Schumer adiantou que são necessários mais passos após a aprovação em Janeiro de 2021 da Lei de Infraestruturas, com a qual o Governo de Joe Biden subsidia com 52,7 mil milhões de dólares o fabrico de semicondutores (‘chips’) para fortalecer as cadeias de abastecimento e melhorar a posição dos Estados Unidos face à concorrência chinesa. “Estabelecemos uma base sólida para o futuro, mas todos sabemos que, apesar deste forte progresso, ainda há trabalho a ser feito”, disse o Democrata em conferência de imprensa.

      A nova iniciativa, que esperam ser finalizada nos próximos meses, tem a ambição de enfrentar a China em todos os domínios, o que, na sua visão, exige um ambicioso trabalho bipartidário para limitar a capacidade de Pequim para desenvolver “tecnologias avançadas” e aproveitar-se da “sociedade livre” norte-americana “para adquirir e até roubar inovações e tecnologias decisivas”.

      Para Schumer, é “vital” que os Estados Unidos ofereçam uma alternativa “credível” à Iniciativa Faixa e Rota da China, que promove um conjunto de infraestruturas que visam reforçar as ligações da China por terra e mar com a Ásia, Europa e África. “O Governo chinês não está a hesitar no seu objetivo de dominar o século XXI, e se nós, nos Estados Unidos, descansarmos sobre as nossas conquistas, se permitirmos que o Partido Comunista nos derrote, haverá consequências terríveis para as nações democráticas do mundo”, avaliou Schumer.

      Na visão do líder da maioria Democrata no Senado, os legisladores também devem desencorajar Pequim “de qualquer conflito com Taiwan”. “Não há razão para que os nossos dois partidos aqui no Congresso e no Senado não se possam unir e enviar uma forte mensagem ao Governo chinês de que estamos juntos neste esforço urgente de segurança nacional”, concluiu Schumer.

      Ponto Final
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      Redacção do Ponto Final Macau