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      Ho Iat Seng sugere aproximação entre chineses ultramarinos e sector empresarial de Macau

      O Chefe do Executivo está na Bélgica, onde se encontrou com os chineses ultramarinos naquele país. Na ocasião, Ho Iat Seng aproveitou para apelar aos chineses ultramarinos que reforcem a sua ligação às empresas de Macau, no sentido de aproveitarem “as novas oportunidades de desenvolvimento”.

       

      Depois da visita a Portugal e ao Luxemburgo, Ho Iat Seng seguiu viagem para a Bélgica, onde se encontrou, na terça-feira, com representantes dos chineses ultramarinos naquele país. Em Bruxelas, o Chefe do Executivo disse que gostava de ver reforçada a ligação entre o sector empresarial de Macau e os chineses ultramarinos, “a fim de aproveitarem conjuntamente as novas oportunidades de desenvolvimento”.

      Segundo um comunicado divulgado pelo Governo, na recepção, Ho Iat Seng voltou a falar sobre o desenvolvimento de Macau, da Zona de Cooperação Aprofundada e da Grande Baía Guangdong-Hong Kong-Macau, salientando que a RAEM, “apesar da sua pequena dimensão geográfica, possui vantagens únicas próprias e oportunidades de desenvolvimento”.

      Ho admitiu que os três anos de restrições impostas pelo Governo no âmbito da pandemia afectaram a economia da RAEM. “Face à recuperação plena da circulação de pessoas com o interior da China, Hong Kong e Macau, o aumento do número de turistas permitiu o restabelecimento gradual da economia de Macau, além disso, o Governo da RAEM está empenhado em efectuar promoção activamente em várias áreas, nomeadamente nos diferentes países e regiões, a fim de atrair mais turistas internacionais”, disse o Chefe.

      O líder do Executivo repetiu ainda que o Governo está a adoptar a estratégia “1+4″ para desenvolver a diversificação da economia,” com o objectivo de acelerar a recuperação económica e aperfeiçoar a estrutura industrial de Macau”. O mesmo responsável explicou também as vantagens da Zona de Cooperação Aprofundada e aproveitou para convidar os chineses ultramarinos para visitarem Macau, Hengqin e a Grande Baía “na procura de novas oportunidades de desenvolvimento e cooperação”.

      O embaixador da China na Bélgica, Cao Zhongming, concordou que Macau “tem vantagens e características únicas” e chamou a atenção para os “resultados frutíferos alcançados nas áreas económica, comercial, humana e turística”. Cao Zhongming adiantou que a embaixada irá aprofundar, conjuntamente com o Governo da RAEM, “um intercâmbio e uma cooperação mais abertos e estreitos com os países europeus, com o objectivo de impulsionar o desenvolvimento da economia, sociedade e turismo cultural de Macau”. Por fim, o representante dos chineses ultramarinos na Bélgica e presidente do Conselho para a Promoção da Reunificação Pacífica da China na Bélgica, Zhu Haian, disse que os chineses ultramarinos na Bélgica têm apoiado e participado de forma activa na construção e desenvolvimento nacionais, “a fim de impulsionar a reunificação pacífica da China”. Zhu Haian garantiu que as associações dos chineses ultramarinos na Bélgica irão reforçar a ligação e intercâmbio com Macau, “aproveitando as vantagens próprias para impulsionar activamente a cooperação entre a Bélgica e Macau nas áreas económica, comercial e cultural”.