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      Passaporte de Macau é o 36.º mais poderoso do mundo em 2023

      Entre os passaportes mais poderosos do mundo neste início de 2023, Macau ocupa a 36.ª posição do ranking juntamente com o Panamá e a Ucrânia, tendo descido três posições em relação ao índice de 2022. Portugal na sexta posição, enquanto a China ocupa agora a 66.º posição, tendo descido duas posições em relação ao ano passado. Na lusofonia, Angola continua a ser o pior passaporte dando apenas entrada em 51 países. O índice é da Henley & Partners.

      O Henley Passport Index, que periodicamente classifica os melhores passaportes do mundo, acaba de publicar o seu último relatório de mobilidade e ranking para o primeiro trimestre de 2023. Macau, juntamente com o Panamá e a Ucrânia, ocupa a 36.ª posição com acesso sem visto ou com visto à chegada em 144 países, tendo caído três posições em relação a 2022.

      Na Grande China, a China é quem tem o pior passaporte. O Império do Meio ocupa no primeiro trimestre de 2023 a 66.ª posição (em 2021 estava na 74.ª posição) com acesso a somente 80 países. Hong Kong, em sentido contrário, é o melhor passaporte, com entrada em 171 países, ocupando a 19.º posição. Taiwan encontra-se na 35.ª posição com entrada em 145 países.

      Na esfera da lusofonia, o passaporte luso é o melhor classificado. Portugal encontra-se, como tem sido hábito nos últimos anos, no top-10, partilhando, este ano, a sexta posição com a França, Irlanda e Reino Unido (187 destinos). Segue-se o Brasil, na 20.ª posição e entrada em 170 países ou regiões. O passaporte de Timor-Leste surge a seguir na tabela a ocupar a 58.ª posição com entrada em 94 destinos (mais um que em 2022). Seguem-se depois Cabo Verde na 79.ª posição (66 destinos), Moçambique na 82.ª posição (62 países), São Tomé e Príncipe na 84.ª posição (60 países), Guiné Equatorial em 88.º lugar com acesso a 55 destinos, Guiné-Bissau na 91.ª posição (52 países) e, por fim, Angola – como o pior da lusofonia – a ocupar a 92.ª posição (subiu uma em relação a 2022) com um passaporte que permite a entrada em 51 destinos (mais um também em relação ao ano passado).

      O Japão (193 destinos) encontra-se sozinho na liderança do ranking deste ano, com a cidade-Estado Singapura e a Coreia do Sul a ocuparem o segundo lugar (com 192 países), e a fechar o pódio surgem Alemanha e Espanha (com acesso a 190 países ou regiões).

      Em contrapartida, o Afeganistão é, uma vez mais, o pior colocado, com o seu passaporte apenas a permitir acesso a 27 países, ainda assim mais um destino do que em 2022. Iraque (com acesso a 29 destinos) e Síria (30 países) fecham o pódio dos piores.

      As viagens ainda se encontram em cerca de 75% dos níveis pré-pandémicos, de acordo com o último lançamento do Henley Passport Index, baseado em dados da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA).

      Christian H. Kaelin, presidente da Henley & Partners e criador do conceito de índice de passaporte, assumiu, citado por um comunicado de imprensa, que o novo ranking é revelador do poder do passaporte em termos financeiros concretos. “O Henley Passport Index mede o acesso sem visto a 227 destinos em todo o mundo, o que obviamente o torna uma ferramenta extremamente útil para os viajantes. No entanto, para cidadãos globais e empresários internacionais, uma melhor medida de mobilidade económica e oportunidade oferecida pelos seus passaportes é uma indicação de qual parcela do PIB mundial é acessível a eles sem visto. O nosso estudo e ranking mais recentes são uma ferramenta útil para os investidores, além de fornecer uma nova visão sobre a crescente desigualdade económica e disparidade de riqueza que passou a definir o mundo”.

      Ao combinar-se os dados do Henley Passport Index e os dados do PIB do Banco Mundial, os resultados classificam todos os 199 passaportes do mundo em termos de pontuação Henley Passport Power (HPP), um termo que indica a percentagem do PIB global que cada passaporte fornece aos seus titulares, sem visto.

       

      Os melhores passaportes de 2023, da Grande China e Lusofonia

      1. Japão (193 destinos)
      2. Singapura e Coreia do Sul (192 destinos)
      3. Alemanha e Espanha (190 destinos)
      4. Finlândia, Itália e Luxemburgo (189 destinos)
      5. Áustria, Dinamarca, Holanda e Suécia (188 destinos)
      6. França, Irlanda, Portugal e Reino Unido (187 destinos)
      7. Bélgica, Nova Zelândia, Noruega, Suíça, Estados Unidos da América e Chéquia (186 destinos)
      8. Austrália, Canadá, Grécia e Malta (185 destinos)
      9. Hungria e Polónia (184 destinos)
      10. Lituânia e Eslováquia (183 destinos)

      (…)

      1. Hong Kong (171 destinos)
      2. Brasil (170 destinos)
      3. Taiwan (145 destinos)
      4. Timor-Leste (94 destinos)
      5. China (80 destinos)
      6. Cabo Verde (66 destinos)
      7. Moçambique (62 destinos)
      8. São Tomé e Príncipe (60 destinos)
      9. Guiné Equatorial (55 destinos)
      10. Guiné-Bissau (52 destinos)
      11. Angola (51 destinos)

       

      Os piores passaportes de 2023

      1. República Democrática do Congo, Líbano, Sri Lanka e Sudão (42 destinos)
      2. Bangladesh, Kosovo e Líbia (41 destinos)
      3. Coreia do Norte (40 destinos)
      4. Nepal e Palestina (38 destinos)
      5. Somália (35 destinos)
      6. Iémen (34 destinos)
      7. Paquistão (32 destinos)
      8. Síria (30 destinos)
      9. Iraque (29 destinos)
      10. Afeganistão (27 destinos)