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      InícioGrande ChinaCovid-19: China quer agora pessoas com poucos sintomas a trabalhar

      Covid-19: China quer agora pessoas com poucos sintomas a trabalhar

      Vários governos regionais na China encorajaram ontem as pessoas com casos ligeiros de Covid-19 a deslocarem-se para os locais de trabalho, numa mudança radical em relação à política de “zero casos” seguida até recentemente. A cidade de Guiyang (sudoeste) anunciou que pessoas infectadas com poucos ou nenhuns sintomas devem ir trabalhar numa série de sectores, incluindo serviços governamentais, empresas estatais, saúde, serviços de emergência médica, serviços de entregas e supermercados, noticiou a agência norte-americana AP. O anúncio seguiu-se a outros semelhantes das cidades de Wuhu e Chongqing, no início desta semana, numa aparente resposta à escassez de trabalhadores que afetou os cuidados médicos e as entregas de alimentos.

      As novas medidas reflectem também a dificuldade em reanimar uma economia que foi estrangulada por restrições pandémicas e que, agora que foram levantadas, está a ser abrandada por trabalhadores que adoecem. As autoridades sanitárias anunciaram a morte de cinco pessoas nas últimas 24 horas, alimentando a preocupação de que o número de mortos poderá aumentar acentuadamente após ter sido decidido levantar a maioria das restrições da política “Covid zero”.

      Agora, relatórios não oficiais sugerem uma onda generalizada de novos casos, e familiares de vítimas e pessoas que trabalham no negócio funerário têm dito que as mortes ligadas à Covid-19 estão a aumentar. Wang Guangfa, médico do Departamento Respiratório do Primeiro Hospital da Universidade de Pequim, alertou as autoridades para um pico de casos graves nas próximas uma ou duas semanas, segundo a AP. “A actual onda de infecções assemelha-se a um tsunami epidémico”, disse Wang num artigo de perguntas e respostas publicado online esta semana.

      Ponto Final
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      Redacção do Ponto Final Macau