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      InícioSociedadeResultados todos negativos no segundo teste em massa

      Resultados todos negativos no segundo teste em massa

      Nas mais de 660 mil amostras recolhidas no segundo teste em massa, que se realizou entre sexta e sábado, não foi registado nenhum caso positivo de Covid-19. Assim, Macau regressa à “fase de normalização da prevenção da epidemia”, assinalaram as autoridades sanitárias.

      O Centro de Coordenação de Contingência do Novo Tipo de Coronavírus informou na noite de sábado que, na segunda ronda de testes de ácido nucleico em massa, não se verificaram casos positivos. Foram recolhidas e analisadas mais de 660 mil amostras.

      Os dois testes em massa que se realizaram ao longo da última semana foram precipitados pela detecção de dez casos positivos ligados a cidadãos que se deslocavam frequentemente entre Macau e Zhuhai.

      “Com o esforço conjunto dos diversos serviços do Governo da RAEM, dos diversos sectores sociais e de toda a população, aliado ao mecanismo conjunto de prevenção e controlo entre Zhuhai e Macau, esta vaga da epidemia foi efectivamente controlada”, lê-se no comunicado das autoridades de saúde, que acrescentam que, assim, Macau volta à “fase de normalização da prevenção da epidemia”.

      No comunicado, o Centro de Coordenação de Contingência volta a alertar que “a situação pandémica a nível mundial ainda está crítica”, e apela a que todos os sectores da sociedade mantenham vigilância e adoptem as diversas medidas antiepidémicas, “com a meta de reduzir os riscos de transmissão, e proteger a vida, a saúde da população e a normalidade da economia e sociedade”.

      Na conferência de imprensa de sexta-feira, Leong Iek Hou assinalou que a taxa de vacinação de Macau é superior a 90%, no entanto, lembrou que apenas 70% dos idosos e doentes crónicos estão vacinados, o que, na óptica das autoridades, não é suficiente para levantar as medidas antiepidémicas.

      Assim, a partir de agora, ao entrar em Macau através de Zhuhai ou Shenzhen, caso as pessoas com idade igual ou superior a 5 anos, não apresentem o certificado da administração de vacinas com pelo menos uma dose devem possuir um certificado de teste de ácido nucleico negativo, no prazo de 24 horas a contar da data da amostragem. Já os indivíduos que foram vacinados contra a Covid-19, no interior da China ou noutros locais, mas não tenham registado os seus dados no Sistema de Registo de Vacinação contra a Covid-19 dos Serviços de Saúde da RAEM, também devem possuir um certificado de teste de ácido nucleico negativo dentro de 24 horas, após a data da amostragem para utilizar o sistema de passagem automática; caso contrário, devem utilizar via canal manual, para confirmar o registo de vacinação.

      A chefe da Divisão de Prevenção e Controlo de Doenças Transmissíveis dos Serviços de Saúde reiterou a posição das autoridades locais, dizendo que, se um grande número de pessoas for infectado num curto período de tempo, isso pode aumentar a pressão sobre o sistema médico.

      As autoridades sanitárias anunciaram também que, a partir de quarta-feira, a opção do Código de Saúde “Concordo com a obtenção, pelos Serviços de Saúde, em caso de uma situação epidémica em Macau, junto da DSI, dos seus dados pessoais, caso o seu endereço residencial registado se situe numa zona afectada”, será removida e, nessa altura os cidadãos têm de actualizar e preencher correctamente os dados de endereço habitual de Macau, para que seja disponibilizado o Código de Saúde.

      TNR têm de pagar despesas com tratamento médico, mas estão isentos dos custos da quarentena

      Apesar de não terem de pagar pelas quarentenas obrigatórias, os trabalhadores não-residentes (TNR) infectados com Covid-19 terão de pagar os custos dos tratamentos prestados. O esclarecimento dos Serviços de Saúde surgiu na conferência de imprensa de sexta-feira do Centro de Coordenação de Contingência do Novo Tipo de Coronavírus. O PONTO FINAL noticiou no início da semana passada que vários TNR receberam mensagens SMS do Centro Hospital Conde São Januário (CHCSJ) a pedir para que paguem as despesas hospitalares decorrentes de quarentena obrigatória a que estiveram sujeitos durante o surto de Junho e Julho passado. A mensagem diz mesmo que, se “em 30 dias a conta não for paga, o caso será transferido para a Repartição das Execuções Fiscais” para cobrança coerciva.