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      InícioSociedadeVacinas mRNA para crianças até aos três anos chegam este mês

      Vacinas mRNA para crianças até aos três anos chegam este mês

      A garantia foi dada pelo Centro de Coordenação de Contingência do Novo Tipo de Coronavírus, que revelou ainda que a administração do fármaco deve também começar de imediato. Ontem, as autoridades sanitárias também consideraram que o risco de infecção em Macau por SARS-CoV-2 “é reduzido”, no entanto, “a segunda ronda de testes é só para confirmar”. Mais de 3.800 pessoas estão em risco de quarentena forçada.

      Depois de meses de negociação, as vacinas mRNA para crianças dos seis meses aos três anos, produzidas pela germânica BioNTech, devem chegar este mês a Macau. “Chegam ainda este mês de Novembro. Logo de seguida, no imediato, vamos disponibilizá-las ao público”, revelou a chefe da Divisão de Prevenção e Controlo de Doenças Transmissíveis dos Serviços de Saúde, na conferência de imprensa do Centro de Coordenação de Contingência do Novo Tipo de Coronavírus sobre o ponto de situação da Covid-19 no território.

      Recorde-se que, neste momento, Macau dispõe apenas de vacinas inactivadas da chinesa Sinopharm, para crianças com idade igual ou superior a 3 anos, e de vacinas de mRNA, produzidas pela germânica BioNTech, para crianças com idades entre 5 e os 11 anos.

      Leong Iek Hou afastou ainda o cenário de vacinas fora de prazo, porque, com o avançar do tempo, a tecnologia foi melhorada e os prazos de validade dos fármacos aumentado, após diversas fiscalizações. “Não temos vacinas fora de prazo. Na verdade, os períodos de validade são agora mais longos”, referiu, instando, uma vez mais, a população a vacinar-se.

      Sobre o facto de Macau começar hoje uma nova ronda de testes de ácido nucleico em massa, acompanhada de mais três testes antigénio em três dias, a médica revelou ser “necessário” para “confirmar” se o risco está totalmente debelado e, assim, “voltarmos à nossa vida”. “O risco em Macau é muito reduzido, pelo que esta segunda ronda serve apenas como segurança, como confirmação”, disse.

      Entretanto, depois da primeira ronda de testes em massa, um total de 3.806 pessoas estão em risco de quarentena forçada em Macau uma vez que, ou não fizeram ou recusaram-se a fazer o teste e, por isso, serão forçados a cumprir uma quarentena. O seu código de saúde já se converteu na cor vermelha. O Corpo de Polícia de Segurança Pública (CPSP) revelou que “vai acompanhar estes casos”.

      Na quarta-feira, o Centro de Coordenação de Contingência do Novo Tipo de Coronavírus alertou que as pessoas que não participassem na primeira ronda de testes de ácido nucleico à população seriam transportadas pela polícia para submeterem-se aos testes em locais designados, só podendo sair desses locais após a divulgação dos resultados e caso estes sejam negativos”. “Aqueles que se recusem a fazer o teste serão submetidos à observação médica, em locais designados”, referia ainda o mesmo comunicado.

      Dados relativos ao dia de ontem mostram que foram administradas a residentes de Macau, localmente ou no exterior, até ao momento 1.591.667 doses de vacinas contra a Covid-19. 629.199 pessoas foram inoculadas com pelo menos uma dose da vacina, o que representa uma taxa de vacinação de 92,1%. Um total de 605.415 (88,6%) pessoas receberam duas doses da vacina contra a Covid-19. 327.698 (48%) já foram vacinadas com a terceira dose e 27.376 (4%) já receberam a quarta inoculação. Na última semana, ocorreram nove notificações de eventos adversos (nove eventos adversosligeiros e nenhum grave, tendo sido três casos relacionadoscom a vacina inactivada da chinesa Sinopharm e seis casos da vacina mRNA da germânica BioNTech). Desde o início do programa de vacinação em Macau que ocorreram 5.452notificações de eventos adversos, tendo sido a sua maioria (5.438) considerados adversos ligeiros e apenas 14 graves.Foram administradas, fora de Macau, 1.635 doses de outros tipos de vacinas a residentes locais.