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      Início Desporto Pilotos estrangeiros regressam ao Grande Prémio de Macau  

      Pilotos estrangeiros regressam ao Grande Prémio de Macau  

      “Mais de dez estrangeiros” vão marcar presença na prova de motos, revelou Pun Weng Kun, presidente do Instituto do Desporto. Esta semana, aliás, o português André Pires foi um dos que confirmou a presença no evento em Novembro, mesmo tendo que fazer quarentena obrigatória em hotel designado. O Governo disponibilizou um total de 180 milhões de patacas para o orçamento das corridas deste ano.

       

      O Grande Prémio de Macau está de volta em mais uma edição, que se realiza de 17 a 20 de Novembro, desta feita com uma grande novidade. Dos 170 pilotos que vão participar nas setes corridas do certame, “mais de dez estrangeiros” marcam presença na prova de motos, com a organização a admitir que outros pilotos estrangeiros possam ainda competir na Corrida da Guia Macau, revelou o presidente do Instituto do Desporto, Pun Weng Kun, à margem da conferência de imprensa de apresentação do evento que teve lugar ontem no centro de convenções do Centro de Ciência de Macau.

      O responsável, no entanto, ainda não quis avançar nomes, revelando que a maioria dos pilotos vindos de fora são europeus. Os restantes vêm da China continental e da região vizinha de Hong Kong, bem como participarão os habituais pilotos locais. O Hoje Macau avançou, por estes dias, que o português André Pires virá competir no Grande Prémio de Motos, que volta este ano, após dois anos de interregno devido à pandemia de Covid-19.

      Recorde-se que, nas últimas duas edições, apenas Rob Huff, em 2020, se submeteu a uma quarentena, que na altura era muito superior à actual, para poder vir competir na final dos TCR ao volante de um MG. Na altura conseguiu conquistar a décima vitória no Circuito da Guia, mas acabou por não conseguir vencer a final que foi arrecadada pelo chinês Ma Qing Hua.

      Apesar de todas a restrições que têm existido, Macau nunca deixou cair qualquer edição do mais importante evento do território. “O Grande Prémio de Macau é um importante evento da marca de turismo desportivo”, apontou a organização, avançando que o Governo canalizou um total de 180 milhões de patacas para o orçamento das corridas, um pouco superior ao do ano passado. “A organização do evento consegue promover as diversas indústrias e, ao mesmo tempo e através do seu impacto mais alargado, promover o desenvolvimento de diferentes indústrias para ajudar a aceleração da recuperação económica”, notou Pun Weng Kun.

      O evento, de quatro dias, vai integrar sete corridas: Grande Prémio de Macau de Fórmula 4, a Taça GT Macau, Corrida da Guia Macau, a Taça de Carros de Turismo de Macau, a Taça GT Grande Baía, Macau Roadsport Challenge e o Grande Prémio de Motos de Macau. A edição deste ano compreenderá um total de sete corridas, das quais seis serão patrocinadas por seis grandes empresas de turismo e lazer de Macau. “É esperado que, com a cooperação com estas instituições, a marca do Grande Prémio de Macau possa ficar mais enraizada no coração das pessoas e, ao mesmo tempo, a reputação internacional do evento possa ser ainda mais intensificada através de um maior número e variedade de canais”, apontou o presidente do ID, desejando que “o evento cumpra totalmente o seu papel de promover Macau e o turismo para que os visitantes possam experimentar a imagem dinâmica da nossa cidade como uma capital de eventos”.

      Uma série de actividades paralelas vão uma vez mais ser realizadas este ano, incluindo uma exposição de actividades artísticas criativas temáticas sobre o Grande Prémio, o Grande Prémio de Macau – Festival em Família, a Exposição de Carros do Grande Prémio de Macau – 12 e 13 de Novembro no Tap Seac – e uma competição de fotografia, entre outros eventos. “Estas actividades vão permitir aos residentes e visitantes familiarizarem-se com o Grande Prémio de Macau de múltiplas perspectivas e, para além disso, promover a cultura do desporto motorizado”.

      Os bilhetes para o evento deste ano estarão à venda a partir de hoje e os preços permanecem inalterados. Assim, os bilhetes para 17 e 18 de Novembro custam 50 patacas, enquanto o preço para 19 e 20 de Novembro variam entre as 400 e as 1.000 patacas, dependendo da bancada. A organização lembrou ainda que os compradores de dois ou mais bilhetes para a mesma bancada no mesmo dia, nos dias 19 ou 20 de Novembro, poderão usufruir de um desconto de 30%, enquanto os titulares de cartões de estudante de Macau válidos poderão comprar bilhetes de estudante com desconto de 100 patacas. Estão disponíveis ao público um total de 17 pontos de venda em Macau, Hong Kong e na China continental, bem como canais de venda online, por telefone, através de e-mail e aplicações móveis. Os bilhetes também podem ser comprados no local durante o evento.