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      Pandemia fez mudar fonte de importação do estrangeiro para o Continente, diz associação

      A fonte de importação de mercadorias dos fornecedores locais sofreu mudanças devido à pandemia, e muitos passaram a procurar produtos produzidos no interior da China por ser uma cadeia de fornecimento relativamente estável face aos países estrangeiros. A afirmação foi adiantada pela Associação da União dos Fornecedores de Macau, considerando que a razão deve-se à situação epidémica no Continente, que está sob controlo, e a produção, a logística e o transporte são consideradas garantidas.

      Em declaração ao Jornal Ou Mun, o presidente da associação, Sunny Ip Sio Man, apontou que as fontes de importação de produtos têm sido diversificadas por muito tempo, sendo os alimentos frescos, grãos e óleo principalmente importados da China Continental, enquanto a carne congelada e produtos congelados vêm principalmente do Brasil, da Argentina e da Rússia, e os outros alimentos são sobretudo dos países e regiões do Sudeste Asiático, como o Japão, a Coreia do Sul, a Malásia, a Tailândia e Taiwan.

      “Houve problemas de importação devido à pandemia, como questões de testes sanitários dos produtos da América Central e América do Sul, mas também a demora no transporte para as encomendas de Taiwan e da Tailândia, que leva agora duas vezes o tempo para chegar, uma vez que o transporte marítimo não retornou totalmente ao normal até agora”, destacou.

      A associação está também preocupada com a cadeia de fornecimento de produtos da Europa devido à crise de energia. “Muitos produtos manufacturados ali precisam do gás natural no processo de produção, o que elevou os custos para fabricantes locais, desde produtos químicos até carros e produtos de panificação. As empresas podem reduzir a produção ou até interromper a cadeia produtiva”, alertou Sunny Ip.

      Dessa forma, o responsável antevê que os preços de produtos em geral não vão ser reduzidos num futuro breve, mesmo que se verifique recentemente uma queda universal do câmbio de moedas, que é muitas vezes considerado sinal de alívio dos preços, o que, no entanto, não é suficiente para compensar os custos logísticos.