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      Vacinas contra a Covid-19 para crianças até aos três anos devem chegar em breve  

      O Centro de Coordenação de Contingência do Novo Tipo de Coronavírus admitiu que já está a negociar a entrega do fármaco, sendo que numa “calendarização preliminar” a vacina deverá chegar em “Outubro ou Novembro”. Leong Iek Hou também referiu que “ainda não há condições para ajustar as quarentenas” para quem vem de zonas de médio e alto risco.

       

      As vacinas contra a Covid-19 para serem administradas a crianças dos seis meses aos três anos podem chegar em breve, “em Outubro ou Novembro”, admitiu a chefe da Divisão de Prevenção e Controlo de Doenças Transmissíveis dos Serviços de Saúde, na habitual conferência de imprensa semanal do Centro de Coordenação de Contingência do Novo Tipo de Coronavírus sobre o ponto de situação da Covid-19 no território.

      Leong Iek Hou explicou que o processo está agora em fase de “negociações de entrega com os fornecedores” de vacina mRNA, pelo que as datas avançadas correspondem a uma “calendarização preliminar”. “Mal a vacina chegue, vamos começar a administrá-la. Já temos muita experiência com isso”, enfatizou.

      Recorde-se que, neste momento, Macau dispõe apenas de vacinas inactivadas da chinesa Sinopharm, para crianças com idade igual ou superior a 3 anos, e de vacinas de mRNA, produzidas pela germânica BioNTech, para crianças com idades entre 5 e os 11 anos.

      A mesma responsável também garantiu que, para já, Macau não seguirá Hong Kong no relaxamento das medidas restritivas. Leong Iek Hou afirmou que não irá haver lugar a qualquer mudança no período de isolamento obrigatório em hotéis por quarentenas domiciliárias para quem chega do estrangeiro. “Eliminar a quarentena ou reduzir os dias de quarentena pode causar risco à nossa comunidade. É verdade que 90% dos casos são detectados nos primeiros dois ou três dias, mas ainda existem 10% que surgem depois disso, até sete dias”, voltou a referir, repetindo que as autoridades vão continuar a “analisar dados das regiões vizinhas e estudos científicos”, disse, acrescentando que uma “maior taxa de vacinação e melhores fármacos” também podem trazer melhores notícias quanto a esta questão.

      Sobre a retoma de voos com o Japão e o Vietname, agendados para o mês de Outubro, Leong Iek Hou não se mostrou preocupada. “Se fizermos uma inspecção sanitária rigorosa e uma gestão fechada nos hotéis, não vai causar muito risco na nossa comunidade”, garantiu.

      Macau segue a política de zero casos imposta por Pequim, apostando na testagem em massa da população e em confinamentos para evitar a propagação dos casos de Covid-19.

      Entretanto, os Serviços de Saúde confirmaram que já decidiram comprar a vacina IMVANEX contra a varíola dos macacos produzida pela empresa dinamarquesa Bavarian Nordic, Contudo, Leong Iek Hou indicou não haver ainda uma previsão para a chegada do fármaco e lembrou que a doença se propaga, especialmente, por via sexual entre homossexuais do sexo masculino. “Em princípio, em pessoas normais, o risco de infecção é baixo”, atirou, aconselhando que se evitem contactos físicos com estranhos.

      Dados relativos ao dia de ontem mostram que foram administradas até ao momento 1.513.688 doses de vacinas contra a Covid-19. 625.641 pessoas foram inoculadas, sendo que a primeira dose já foi administrada a 25.080 indivíduos, 285.394 pessoas estão totalmente imunizadas, com duas doses, sendo que 297.473 pessoas já foram vacinadas com a terceira dose e 17.694 já receberam a quarta inoculação. A percentagem da população vacinada, pelo menos com uma dose, é de 91,58%. Nas últimas 24h, ocorreram 23 notificações de eventos adversos (23 eventos adversos ligeiros e nenhum grave, tendo sido seis casos relacionados com a vacina inactivada da chinesa Sinopharm e 17 casos da vacina mRNA da germânica BioNTech). Desde o início do programa de vacinação em Macau que ocorreram 5.391 notificações de eventos adversos, tendo sido a sua maioria (5.377) considerados adversos ligeiros e apenas 14 graves. Um total de 310 pessoas em Macau foram inoculadas com outros tipos de vacinas (128 na primeira dose, 81 na segunda dose e 101 na terceira dose).

       

       

       

      CAIXA

       

      Diagnosticados três casos importados de infecção assintomática e um caso de recaída

       

      O Centro de Coordenação de Contingência do Novo Tipo de Coronavírus anunciou, ontem que na quarta-feira, dia 21 de Setembro, entre as 00h e as 23h59, foram registados três casos importados que negaram histórico de infecção anterior e foram considerados como casos importados de infecções assintomáticas de Covid-19. Um indivíduo do sexo masculino e dois do sexo feminino, com idades compreendidas entre os 35 e 63 anos, provenientes das Filipinas, Austrália e do Vietname, são os casos encontrados. Também, foi registado um caso importado, do sexo feminino, com 69 anos de idade, proveniente da Hong Kong, que alegou que tinha sido infectado pela Covid-19 pelo que foi classificado como caso de recaída. As autoridades sanitárias afirmaram ainda que os quatro casos foram encaminhados para isolamento médico. Até ao momento, foram registados em Macau 793 casos confirmados de Covid-19 e 1.604 casos de infecção assintomática da doença.