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      Vendilhões assinam carta a pedir ao Governo para acelerar as obras do Mercado Vermelho  

      Os vendilhões do Mercado Vermelho manifestaram preocupações com o eventual atraso das obras de remodelação deste mercado municipal, bem como o baixo fluxo de negócios no mercado provisório onde estão a operar. De acordo com o deputado da Assembleia Legislativa, Ron Lam, uma carta assinada pelos vendilhões afectados já foi encaminhado ao secretário para a Administração e Justiça e Instituto para os Assuntos Municipais.

      O Mercado Municipal Almirante Lacerda, mais conhecido por Mercado Vermelho, entrou em funcionamento há mais de 80 anos, e encerrou temporariamente em Março deste ano para ser submetido a obras de reordenamento. As bancas do mercado em questão foram transferidas para operarem no mercado provisório localizado na Doca do Lam Mau.

      “Espera-se que a obra seja concluída em Fevereiro de 2024, mas os vendedores relataram que, desde o surto de Junho, não houve retoma das obras no Mercado Vermelho, e estão preocupados com que o projecto não possa ser concluído como previsto”, salientou Ron Lam.

      A carta exige que o Governo explique regularmente o andamento da remodelação aos vendilhões e empenhe-se para acelerar as obras, bem como explore soluções temporárias para melhorar o negócio afectado pelo menor fluxo de clientes no mercado provisório.

      Segundo uma nota de imprensa do deputado, os proprietários das bancas do mercado queixaram-se que, mesmo que as autoridades tenham criado uma linha especial de transporte, no sentido de facilitar a chegada ao mercado provisório, a medida não resolveu o problema do fluxo de clientes.

      “Devido à queda acentuada no fluxo de pessoas, o volume de negócios caiu mais de dois terços em relação ao passado. Embora reduza a porção de lucro e o preço seja menor do que em outros mercados, os clientes, que originalmente visitavam o Mercado Vermelho, raramente vão ao mercado provisório por causa da inconveniência do transporte”, destacaram os vendedores, lamentando que a operação tem sido “difícil” e o rendimento “nem chega ao salário mínimo.