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      Governo admite conclusão do Novo Bairro de Macau em Hengqin em meados de 2023

      Neste momento, refere o chefe do gabinete do secretário para a Administração e Justiça, “estão em pleno andamento as obras de construção das instalações comunitárias complementares do projecto”. Lam Chi Long respondeu ao deputado Leong Sun Iok que questionou o Executivo sobre como ajudar o desenvolvimento social e a vida da população de Macau através do novo projecto na Zona de Cooperação Aprofundada entre Guangdong e Macau em Hengqin.

      A construção do Novo Bairro de Macau situado na Zona de Cooperação Aprofundada entre Guangdong e Macau em Hengqin segue de vento em popa. O chefe do gabinete do secretário para a Administração e Justiça, Lam Chi Long, referiu, em resposta a uma interpelação escrita do deputado da Assembleia Legislativa (AL) Leong Sun Iok, que “é previsto que os edifícios habitacionais e as instalações comunitárias complementares do projecto sejam concluídos em meados de 2023”. “Estão em pleno andamento as obras de construção das instalações comunitárias complementares do projecto, incluindo, nomeadamente, escolas, postos de saúde, centros de serviços de apoio diurno a idosos, complexos de serviços de apoio à família, que se destinam, principalmente, aos residentes de Macau e que vão funcionar de acordo com as normas previstas no interior da China conjugadas com os correspondentes modelos de gestão dos serviços existentes em Macau”, revelou.

      O mesmo responsável governativo referiu ainda que, quanto aos requisitos para a compra das fracções habitacionais no âmbito deste projecto, serão ponderados globalmente com base nos requisitos básicos estipulados no contrato de cessão do direito da utilização do terreno estatal para construção, ajustando com as políticas gerais da habitação de Macau, a fim de responder às exigências concretas dos residentes de Macau quando os mesmos trabalhem, estudem e vivam na Grande Baía”.

      Já em relação à utilização da área comercial de cerca de cinco mil metros quadrados no âmbito do projecto, a atracção de investimentos e de negócios será vocacionada para satisfazer as necessidades dos residentes locais em todos os aspectos da sua vida quotidiana, permitindo, em simultâneo, a entrada e o estabelecimento de uma variedade diversificada de tipos de negócio de retalho. Lam Chi Long considera, porém,que, na fase actual, ainda se encontra em processo a concepção detalhada dos modelos de operação das lojas.

      O Governo de Macau está, neste momento, de acordo com as exigências delineadas no Projecto Geral de Construção da Zona de Cooperação Aprofundada entre Guangdong e Macau em Hengqin e com as situações concretas de Macau, a proceder “à revisão e à reorganização dos diplomas legais vigentes nas diversas áreas da RAEM, e a abordar as questões, em conjunto, com os serviços congéneres do interior da China sobre a articulação dos sistemas e dos mecanismos em termos de economia e de vida da população dos dois lados, e assim, pretendendo, através da revisão e aperfeiçoamento do regime jurídico e até da inovação do mesmo, proporcionar aos residentes de Macau um novo espaço de emprego e vida alargado”, explicou ainda o chefe do gabinete do secretário para a Administração e Justiça.

      O deputado da Federação das Associações dos Operários de Macau considerou, na sua missiva dirigida ao Executivo liderado por Ho Iat Seng, que o Novo Bairro de Macau “é o primeiro projecto desenvolvido pelo Governo Central exclusivamente para o benefício da população de Macau, que integra funções de habitação, educação, assistência médica e centro de serviços integrados para idosos e famílias”.

      Lam Chi Long sublinha a declaração do parlamentar operário, acrescentando que enquanto fruto da cooperação entre a província de Guangdong e a RAEM, o novo projecto em Hengqin “constitui um projecto de elevado valor urbano e comunitário que integra múltiplas valências, como habitação, serviços de saúde, educação e serviços comunitários, entre outras”. “A fim de facilitar o estudo, o emprego, a criação de negócios e a vida dos residentes de Macau na Zona de Cooperação Aprofundada e criar um ambiente propício para se viver e trabalhar, tendencialmente semelhante ao de Macau”, apontou ainda o responsável.

      PONTO FINAL