Edição do dia

Quinta-feira, 29 de Setembro, 2022
Cidade do Santo Nome de Deus de Macau
nuvens dispersas
27.9 ° C
29.4 °
27.9 °
89 %
6.2kmh
40 %
Qui
28 °
Sex
28 °
Sáb
29 °
Dom
29 °
Seg
30 °

Suplementos

PUB
PUB
Mais
    More
      Início Sociedade Preço dos testes de ácido nucleico reduzido para 55 patacas

      Preço dos testes de ácido nucleico reduzido para 55 patacas

      Anteriormente ao valor de 70 patacas, o preço do teste de ácido nucleico contra a Covid-19 passou a custar menos a partir da sexta-feira passada. Contrariamente, no que sucede com os testes realizados durante a observação médica, não há, para já, qualquer mexida no valor aplicado. Os Serviços de Saúde também revelaram que vão rever a lei de modo a poder-se introduzir a varíola dos macacos na lista de doenças transmissíveis do território.

       

      O preço dos testes de ácido nucleico para apurar a presença de SARS-CoV-2 no organismo humano passou das actuais 70 atacas para 55 patacas na passada sexta-feira. A iniciativa partiu do Centro de Coordenação de Contingência do Novo Tipo de Coronavírus e àqueles que já fizeram o agendamento para testagem e respectivo pagamento será restituída a diferença, revelou o director Clínico do Hospital Conde São Januário, Tai Wa Hou.

      Os novos preços serão seguidos em quatro entidades de teste na cidade, nomeadamente o hospital Kiang Wu, o hospital da Universidade de Ciência e Tecnologia de Macau, as estações situadas nos postos fronteiriços de Qingmao e de Hengqin operadas pela Nam Yue, bem como as estações situadas no terminal marítimo do Pac On e no Fórum de Macau, estas operadas empresa Kuok Kim.

      O responsável esclareceu que, para já, mantém-se o valor praticado para os testes de ácido nucleico realizados durante as observações médicas em hotel designado, mas admitiu que os Serviços de Saúde estão a negociar a descida do preço. “São situações diferentes. Como já foi explicado anteriormente, os testes realizados durante a observação médica são individuais, por isso, esse facto torna os testes mais caros”, referiu o médico.

      No final de semana passada, o requisito de teste de ácido nucleico para chegadas da província de Guangdong foi aumentado de 72h para sete dias.

      Entretanto, Tai Wa Hou anunciou que o Executivo está a considerar fortemente a possibilidade de ser atribuída mais uma licença a uma nova empresa fornecedora de testes de ácido nucleico até ao final do mês. “Quanto à nova entidade fornecedora de teste de ácido nucleico, esperamos que possa entrar em funcionamento com a maior brevidade possível, sendo que já está em curso a aprovação de licença”, afirmou, acrescentando que a entidade necessita de “preparar os equipamentos e os laboratórios” após a aprovação, sendo que as autoridades têm “confiança que essa nova entidade possa entrar em funcionamento no fim deste mês”.

      Outro dos temas abordados pelo Centro de Coordenação de Contingência do Novo Tipo de Coronavírus prendeu-se com os pedidos de isenção de restrição de entrada para trabalhadoras domésticas. Tai Wa Hou revelou aos jornalistas que já foram recebidos 63 pedidos, principalmente depois do plano ter sido alargado a todas as nacionalidades. O mesmo responsável disse também que dos pedidos recebidos, já foram aprovados 34 e rejeitados 26. Destes últimos, três foram cancelados pelas próprias trabalhadoras.

      Sobre a liberalização das condições de entrada em Macau para cônjuges e filhos menores de residentes de Macau, o médico dos Serviços de Saúde admitiu que as autoridades receberam 31 pedidos em três dias, mas que ainda é cedo para ter mais conclusões sobre o assunto.

      Entretanto, as autoridades sanitárias de Macau também revelaram que vão rever a lei de modo a poder-se introduzir a varíola dos macacos na lista de doenças transmissíveis do território. “Vamos entregar uma proposta à Assembleia Legislativa para uma alteração da lei, para incluir a varíola dos macacos como uma doença transmissível”, afirmou Tai Wa Hou, acrescentando que, apesar de Macau não ter ainda qualquer caso da doença, é preciso conhecer “as manifestações clínicas, período de incubação, os grupos de risco”. “Ao mesmo tempo, estamos a contactar os profissionais do sector e também estamos a preparar sessões de formação para que sector conheça melhor essa doença, para reforçar essa capacidade de despistagem”, concluiu.

       

      PONTO FINAL