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      InícioPolíticaWong Sio Chak anuncia reforço dos meios para resgate e salvamento marítimo

      Wong Sio Chak anuncia reforço dos meios para resgate e salvamento marítimo

      Depois de, no dia 25 de Abril, ter ocorrido um incêndio que consumiu seis embarcações, o Governo anunciou que vai reforçar os meios para o resgate e salvamento marítimo. Na Assembleia Legislativa, Wong Sio Chak, secretário para a Segurança, detalhou que será adquirido, pelo menos, um barco de salvamento de grandes dimensões e um canhão de água com alcance de 150 metros para o combate a incêndios.

       

      O Governo vai reforçar os meios para o resgate e salvamento no mar, bem como para o combate a incêndios. A garantia foi dada na reunião plenária de ontem da Assembleia Legislativa (AL) por Wong Sio Chak, secretário para a Segurança.

      Foi o deputado Ron Lam que levou o tema à sessão, lembrando o incêndio que ocorreu no dia 25 de Abril junto ao Porto Interior, que consumiu seis embarcações de pesca. O parlamentar questionou o Governo sobre a formação do pessoal dos Serviços Marítimos e dos Serviços de Alfândega no que toca ao combate a incêndios e salvamento no mar, bem como os equipamentos dos serviços para esse efeito.

      Na resposta, o secretário para a Segurança adiantou que, no passado dia 19 de Maio, submeteu uma proposta ao Chefe do Executivo para que sejam melhorados os equipamentos para o resgate e salvamento marítimo e combate a incêndios. Ho Iat Seng terá aceitado o plano proposto por Wong Sio Chak.

      Este plano prevê o aumento da equipa dedicada ao resgate marítimo, o reforço da sua formação na área e o melhoramento dos equipamentos de salvamento. Um dos objectivos do Governo é adquirir um barco de salvamento de grandes dimensões. Por outro lado, será comprado um canhão de água com um alcance de 150 metros.

      Actualmente, o número de embarcações dos Serviços de Alfândega é de 16. “O número não é suficiente e, por isso, apresentámos a sugestão ao Chefe do Executivo”, indicou o governante, admitindo que “nos últimos dois anos os Serviços de Alfândega depararam-se com dificuldades na aquisição de embarcações”, que “levou muito tempo e implicou muitos procedimentos”.

      No total, foram 12 os deputados que pediram a palavra para questionarem o Governo sobre o tema. Durante o debate, que durou mais de uma hora, o secretário indicou que, entre 2017 e 2021, foi destacado um total de 83 pessoas para a Escola de Bombeiros do Corpo de Bombeiros, a Escola de Pilotagem da Direcção dos Serviços de Assuntos Marítimos (DSAMA) e o Instituto de Enfermagem Kiang Wu, para frequentarem cursos de combate a incêndios, curso de busca e salvamento marítimo e cursos de formação de primeiros-socorros. Ron Lam comentou: “Só 83 pessoas participaram em acções de formação de salvamento. Esse é o problema”.

      Vários deputados perguntaram às autoridades quem tem a responsabilidade de lidar as operações de salvamento, Serviços de Alfândega ou DSAMA. Wong Sio Chak respondeu que “é quem chegar primeiro ao local”. “Manter o actual modelo de divisão de trabalho, reforçar a formação do pessoal de salvamento nos serviços relacionados, optimizar os equipamentos de salvamento e aperfeiçoar e reforçar os planos de operações de salvamento é mais benéfico para melhorar a capacidade global de Macau no combate aos incêndios marítimos e nas acções de salvamento”, disse o secretário para a Segurança a Ron Lam, que sugeriu que as competências dos salvamentos passassem para o Corpo de Bombeiros.

       

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