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      DSAL reitera prioridade de trabalho para os residentes locais

      De Janeiro a Abril deste ano, a entidade ajudou um total de 9.660 pessoas a garantir emprego através de várias medidas de correspondência e apoio ao emprego. Ao mesmo tempo, assumiu a DSAL, “será considerado de forma dinâmica o ambiente económico e social global de Macau durante a análise das candidaturas de trabalhadores estrangeiros”.

       

       

      A Direcção dos Serviços para os Assuntos Laborais (DSAL) garantiu, em resposta a uma interpelação escrita do deputado da Assembleia Legislativa (AL) Ron Lam, que dá sempre prioridade à contratação de trabalhadores locais, anunciando que “de Janeiro a Abril deste ano, a entidade ajudou um total de 9.660 pessoas a garantir emprego”.

      O director dos Serviços para os Assuntos Laborais, Wong Chi Hong, respondeu a duas questões lançadas pelo parlamentar que versavam sobre como o Governo deveria aproveitar a reserva extraordinária para lançar apoios financeiros e efectuar o investimento inverso e, ao mesmo tempo, tomar a iniciativa de reduzir os trabalhadores não residentes das empresas do jogo, para garantir o emprego dos residentes.

      A DSAL descansou ainda mais Ron Lam e garantiu ainda que “será considerado de forma dinâmica o ambiente económico e social global de Macau durante a análise das candidaturas de trabalhadores estrangeiros”. “Tudo feito tendo em conta factores tais como a dimensão das diferentes indústrias e empresas, a oferta e procura de mão-de-obra no mercado de trabalho e o estatuto laboral dos trabalhadores locais”, sublinhou Wong Chi Hong.

      O mesmo responsável acrescentou que a DSAL estará atenta e “fará referências a grandes empresas com empregados expatriados aprovados, em particular às seis empresas integradas de turismo e lazer, para as encorajar ainda mais a empregar residentes locais mais qualificados e, em conjunto com a regulamentação do número de empregados expatriados, para promover o emprego prioritário de empregados locais”.

      Por outro lado, referiu também a DSAL, a entidade dirigida por Wong Chi Hong “tem melhorado o seu serviço de correspondência de empregos online desde Abril deste ano, lançando a oportunidade “vagas locais”, que oferece empregos numa vasta gama de tipos de empregos e indústrias numa lista de directórios concisa, com uma hierarquia de empregos para as empresas, para facilitar a escolha do público”.

       

      Aposta na formação

       

      Em resposta ao impacto da pandemia de Covid-19 no mercado de trabalho, “o Governo lançou um programa de patrocínio e formação em Setembro de 2020, relembrou a DSAL. O programa visa os trabalhadores, os freelancers, os desempregados e os licenciados de instituições terciárias. “Um total de 8.592 participantes completaram o programa e, destes, 1.466 participantes foram colocados com sucesso no emprego através de referências de emprego ou auto-emprego”, referiu Wong Chi Hong, admitindo que o sucesso do programa “depende de vários factores, incluindo condições socioeconómicas, alojamento mútuo entre empregadores e empregados, a sua formação académica e experiência profissional, benefícios de emprego e planeamento de carreira”, entre outros.

      O Governo de Macau deveria aproveitar a reserva extraordinária para lançar apoios financeiros e efectuar o investimento inverso, defende o deputado Ron Lam. “Nos últimos dois anos, o Governo lançou, sucessivamente, várias rondas de medidas de apoio económico, com vista a assegurar o emprego e a estabilidade económica, mas a epidemia passou do ‘último quilómetro’ para um ‘longo caminho até ao fim’, e ainda não há luz ao fundo do túnel”, atirou.

      A DSAL relembra que estão em marcha desde o início do ano vários apoios monetários à população, que “procuram aumentar ainda mais a procura interna e aliviar a pressão sobre a subsistência dos residentes”. “Espera-se que, através do efeito de alavanca, mais dinheiro para gastar possa ser injectado no mercado e as PME que operam em diferentes distritos e indústrias possam beneficiar do esquema”, defendeu Wong Chi Hong, que referiu ainda haver disponíveis uma série de medidas para ajudar as PME a aliviar a sua pressão de liquidez.

       

      PONTO FINAL