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      Participantes em actividades de Verão da DSEDJ e ID terão de ter duas doses da vacina contra a Covid-19

      As autoridades de saúde anunciaram ontem que, a partir do próximo ano lectivo, todos os participantes em actividades da Direcção dos Serviços de Educação e Desenvolvimento da Juventude (DSEDJ) e do Instituto do Desporto (ID) terão de apresentar o comprovativo em como estão vacinados com duas doses da vacina contra a Covid-19.

       

      Foi anunciado ontem, na conferência de imprensa do Centro de Coordenação de Contingência do Novo Tipo de Coronavírus, que, a partir do próximo ano lectivo, todos os participantes em actividades da Direcção dos Serviços para a Educação e Desenvolvimento da Juventude (DSEDJ) e do Instituto do Desporto (ID) terão de estar vacinados contra a Covid-19 com as duas doses. Caso não apresentem o comprovativo de vacinação, são obrigados a realizar um teste com validade de sete dias. A norma serve não só para os estudantes, mas também para encarregados de educação que acompanhem os jovens nessas actividades.

      A partir de Julho, “os participantes nas actividades de Verão organizadas pela DSEDJ e ID, bem como as actividades dos Centros de Actividades subordinadas à DSEDJ, na sua primeira participação nas actividades devem apresentar um comprovativo de que estejam vacinadas com duas doses e que já completaram 14 dias após a última vacina”, indicou Luís Gomes, chefe substituto do departamento do Ensino São Superior da DSEDJ.

      Na conferência de imprensa de ontem, as autoridades foram questionadas sobre plano piloto dedicado à isenção de restrições de entrada na RAEM de trabalhadores não residentes filipinos. No entanto, os representantes do Governo não souberam responder às questões.

      Inicialmente, a data apontada para o início do plano era 25 de Abril, mas agora Leong Iek Hou, Chefe da Divisão de Prevenção e Controlo de Doenças Transmissíveis dos Serviços de Saúde, disse que esta data não é definitiva, porque “este é um plano com muitos pormenores e exige muitos procedimentos de cooperação”. Lau Fong Chi, representante da Direcção dos Serviços de Turismo (DST), também não soube dizer os custos médicos do plano nem o custo dos hotéis para quarentenas.

      Recorde-se que, há uma semana, o Governo anunciou este plano piloto que vai aliviar as restrições de entrada no território para trabalhadores não residentes domésticos de nacionalidade filipina. O plano estipula que o objectivo do pedido deve ser para cuidar de idosos com idade igual ou superior a 65 anos, crianças com idade igual ou inferior a três anos e pessoas doentes, devendo a Direcção dos Serviços para os Assuntos Laborais (DSAL) fornecer ao Corpo de Polícia de Segurança Pública (CPSP) uma lista de empregadores qualificados.

      Adicionalmente, os indivíduos alvo de cuidados e os indivíduos com que coabitam, incluindo as crianças com idade igual ou superior a três anos, devem ter recebido, pelo menos, duas doses da vacina contra a Covid-19. Esses trabalhadores não residentes devem estar vacinados com pelo menos duas doses de vacina há mais de 14 dias, e, caso a segunda dose já tenha sido inoculada há mais de sete meses, devem administrar a terceira.

      Leong Iek Hou também disse que ainda não há data concreta para a chegada das vacinas mRNA para crianças. Além disso, as autoridades também não sabem quando irá ser realizado o simulacro no hospital de campanha montado no Macau Dome.

       

      PONTO FINAL