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      InícioSociedadeInquérito ao patriotismo começará a ser feito no segundo trimestre

      Inquérito ao patriotismo começará a ser feito no segundo trimestre

      A Direcção dos Serviços de Educação e Desenvolvimento da Juventude (DSEDJ) adiantou ao PONTO FINAL que os inquéritos ao patriotismo dos jovens de Macau começarão a ser feitos neste segundo trimestre do ano. A este jornal, o organismo garantiu que os inquéritos são anónimos.

      Depois de a Direcção dos Serviços de Educação e Desenvolvimento da Juventude (DSEDJ) ter revelado que os jovens de Macau vão ser inquiridos sobre questões relacionadas com o amor à pátria, o organismo adiantou ao PONTO FINAL que esses inquéritos vão começar a ser feitos neste segundo trimestre do ano, sendo que é de esperar que estejam concluídos no final do ano.

      Estes inquéritos destinam-se a jovens de Macau, com idades compreendidas entre os 13 e os 35 anos, e será realizado por uma “equipa de investigação e estudo independente, sob a forma de amostragem aleatória e de inquérito de rua”. A este jornal, a DSEDJ assegurou que os inquéritos são preenchidos de forma anónima.

      Estes inquéritos, segundo explica a DSEDJ, são feitos no âmbito da Investigação Social dos Indicadores da Juventude de Macau, que estuda os jovens de Macau desde 2008 através de inquéritos realizados de dois em dois anos. Este ano, contudo, é a primeira vez que os inquéritos vão abordar temas que têm a ver com o nível de patriotismo dos jovens.

      O objectivo destes indicadores é, diz o organismo do Governo, “permitir às pessoas de todos os sectores da sociedade terem um conhecimento mais completo da situação actual dos jovens, de modo a conhecerem melhor os seus diferentes interesses e necessidades, bem como servirem de referência aos serviços competentes do Governo da RAEM, para a elaboração das respectivas políticas futuras”.

      Os conteúdos dos inquéritos a serem realizados este trimestre incluem a autoconfiança e a força de vontade, relação parental, a visão internacional, a capacidade de comunicação, a capacidade de resolução de problemas, a cooperação em equipa e a aplicação de tecnologia, por exemplo. Para além disso, incluem também perguntas sobre “os conceitos dos valores sobre o emprego, a vida, a família, a sociedade e o amor pela pátria e por Macau”.

      Recorde-se que na semana passada, na conferência de imprensa relativa à reunião do Conselho de Juventude, Io Iok Fong, Chefia Funcional do Departamento de Juventude, adiantou que nestes inquéritos será dada “mais atenção ao conhecimento dos jovens sobre a pátria”. Segundo a responsável, o inquérito pretende saber “se [os jovens] reconhecem a identidade ou não, se conhecem a cultura e quais são os interesses deles”. “Também vamos querer saber se os jovens conhecem o posicionamento da pátria, qual o desenvolvimento nacional e quais são os planos essenciais da pátria, entre outros”, acrescentou.

      No final de 2020, a DSEDJ apresentou as políticas para a juventude para os próximos dez anos e o primeiro dos objectivos apresentados pelo Governo é reforçar o sentimento patriótico dos jovens. De 2021 a 2030, o objectivo do Governo é “promover o sentimento de pertença e de participação dos jovens de Macau nos assuntos do país e da sociedade”, bem como “formar uma geração com um sentimento de amor pela pátria, uma visão internacional e saúde física e psicológica”, diz o documento.