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      Início Sociedade Participantes em banquetes terão de fazer testes de ácido nucleico

      Participantes em banquetes terão de fazer testes de ácido nucleico

      As autoridades de saúde alertaram ontem que “o risco de ocorrência de um surto em Macau é muito alto”. Assim, anunciaram novas medidas que exigem que quem participa em eventos com mais de 200 pessoas, onde seja servida comida e bebida, tenha de apresentar um certificado negativo do teste de ácido nucleico. As autoridades também querem que sejam guardados os dados dos participantes nestes eventos, incluindo qual a mesa onde estavam sentados e o lugar.

       

      O Centro de Coordenação de Contingência do Novo Tipo de Coronavírus anunciou ontem novas medidas, na sequência do aumento de casos de Covid-19 nas regiões vizinhas. As autoridades de saúde dizem mesmo que “o risco de ocorrência de um surto em Macau é muito alto”.

      Assim, os Serviços de Saúde elaboraram novas orientações sobre a realização ou participação em banquetes. Estas novas directrizes exigem que, para reuniões e actividades com oferta de comida e bebida, cujo número de participantes ultrapasse as 200 pessoas, organizadas pelos serviços públicos ou pelas instituições ou associações, seja obrigatório a apresentação, por parte de participantes e trabalhadores, de um certificado negativo do teste de ácido nucleico. Os responsáveis dos estabelecimentos ou dos serviços devem relembrar os organizadores dessa necessidade quando efectuem a reserva.

      Esta obrigatoriedade aplica-se a todo o tipo de evento onde seja servida comida, como banquetes nupciais, banquetes para o nascimento da lua cheia, para aposentados, banquetes de aniversário, entre outras actividades, pelo que os prestadores de estabelecimentos ou outros serviços, especificam as autoridades.

      Os Serviços de Saúde dizem também que os organizadores destes eventos devem limitar o número de pessoas a circular e reservar a maior distância possível entre os lugares e as mesas, bem como encurtar a duração da actividade.

      Os meios de contacto dos participantes devem ser também registados aquando da sua inscrição, devendo estes dados dos participantes serem guardados por um período de 28 dias, incluindo o respectivo número da mesa que foi ocupado, caso as autoridades tenham de realizar algum tipo de diligência. As autoridades de saúde dizem também que não devem ser feitos brindes fora de cada mesa.

      Todos os participantes deste tipo de eventos devem apresentar o Código de Saúde à entrada. Devem também, segundo as normas das autoridades de saúde, medir a temperatura corporal e registar os itinerários no Código de Saúde. Quem tem o Código de Saúde amarelo ou vermelho não pode entrar nos locais dos eventos.

      Após as actividades, se os participantes, trabalhadores ou artistas forem diagnosticados com Covid-19, forem consideradas como pessoas de risco ou manifestem sintomas, devem ser notificados de imediato os organizadores, bem como o Centro de Prevenção e Controlo da Doença dos Serviços de Saúde.

      Quem não estiver vacinado contra a Covid-19 deve evitar estes eventos, recomendam os Serviços de Saúde, que acrescentam ainda que todas as pessoas presentes no local devem usar, sempre que possível, máscara, pauzinhos e colheres individuais. Os responsáveis dos estabelecimentos onde se realizam estes eventos de maior dimensão devem assegurar que os trabalhadores não fazem parte dos grupos de alto risco, não têm o Código de Saúde amarelo ou vermelho e que não estiveram em áreas de risco nos últimos 14 dias. Devem ainda assegurar que os trabalhadores cumpram as respectivas orientações antiepidémicas, incluindo os requisitos de vacinação e teste de ácido nucleico, e o pessoal de cozinha, de restaurante e de limpeza devem usar máscaras de forma adequada durante o horário de trabalho.

       

      A.V.

       

       

      CAIXA

       

      Funcionários públicos devem evitar actividades conjuntas e refeições em grupo

       

      Os Serviços de Administração e Função Pública (SAFP) emitiram ontem uma nota onde pedem aos funcionários públicos, incluindo pessoal de direcção e chefias, para evitar convocar ou participar em “todo o tipo de actividades conjuntas ou em refeições em grupo, a menos que haja motivos oficiais importantes e inalteráveis”. O objectivo é “reduzir ao máximo o risco de transmissão” da Covid-19, lê-se na comunicação assinada por Eddie Kou, director dos SAFP.

       

      Ponto Finalhttps://pontofinal-macau.com
      Redacção do Ponto Final Macau