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      Ho Iat Seng diz que dinâmica e competitividade da economia de Macau têm de ser reforçadas

      O Chefe do Executivo esteve ontem presente na reunião plenária de 2022 do Conselho para o Desenvolvimento Económico. Na ocasião, Ho Iat Seng mostrou-se optimista quanto ao desenvolvimento da economia local que, segundo o próprio, apresenta “gradualmente sinais de recuperação e desenvolvimento”. No entanto, o governante assumiu que, no futuro, “a dinâmica de desenvolvimento e a competitividade global da economia de Macau necessitam de ser reforçadas”.

       

      Na sua intervenção na reunião plenária de 2022 do Conselho para o Desenvolvimento Económico, que aconteceu ontem, o Chefe do Executivo afirmou que a economia local apresenta sinais de recuperação. No entanto, disse que era necessário imprimir mais dinâmica e competitividade.

      Ho Iat Seng começou por apontar que a RAEM alcançou “resultados positivos na prevenção e controlo da epidemia, os quais não foram fáceis de atingir”. O Chefe do Executivo lembrou também que o Governo lançou “um conjunto de medidas para promover a recuperação económica, visando concretizar a revitalização da economia, garantir o emprego e assegurar a qualidade de vida da população”.

      Assim, “com a forte colaboração entre os sectores da sociedade, a situação socioeconómica actual é basicamente estável e a economia local apresenta gradualmente sinais de recuperação e desenvolvimento”, disse Ho Iat Seng, ressalvando que “as perspectivas económicas permanecem rodeadas de incertezas associadas à inconstância da situação epidémica nas regiões adjacentes, pelo que devemos continuar a enfrentar activa e prudentemente a epidemia”.

      Este ano é, segundo o líder do Governo, “um ano crucial para a RAEM aproveitar as oportunidades do desenvolvimento nacional”. Ho Iat Seng assegura que o Executivo vai “envidar os maiores esforços para unir e liderar todos os sectores da sociedade e, simultaneamente com a promoção das acções de prevenção e controlo da epidemia, irá implementar ordenadamente as tarefas e medidas definidas no 2.º Plano Quinquenal, impulsionar de forma pragmática e activa a construção da Zona de Cooperação Aprofundada entre Guangdong e Macau em Hengqin e impulsionar o desenvolvimento sustentável e a diversificação adequada da economia local”.

      “No futuro, a dinâmica de desenvolvimento e a competitividade global da economia de Macau necessitam de ser reforçadas”, afirmou, explicando que Macau terá de consolidar e aperfeiçoar as indústrias tradicionais, promovendo a revisão da lei do jogo e aprofundando a integração intersectorial do turismo em outras áreas e intensificar a integração entre a indústria do turismo e as indústrias conexas, tais como convenções e exposições, ‘big health’, desportiva, comércio electrónico e as indústrias cultural e criativa.

      Além disso, “devemos apoiar e promover proactivamente as várias indústrias emergentes de relevância, designadamente a indústria ‘big health’ com base na investigação, o desenvolvimento e a produção de medicamentos tradicionais chineses, a indústria financeira moderna, a indústria da tecnologia de ponta, as indústrias de convenções e exposições e comercial e as indústrias cultural e desportiva, com vista a um novo progresso no desenvolvimento destas indústrias”, pediu Ho Iat Seng.

      Para o Chefe do Executivo, “é imperioso” que Macau aproveite o seu posicionamento estratégico e implemente as suas tarefas no projecto de construção da Zona de Cooperação Aprofundada entre Guangdong e Macau em Hengqin. “Devemos impulsionar de forma pragmática a construção da Zona de Cooperação Aprofundada, potenciar as vantagens singulares de Macau, reforçar constantemente o papel de Macau na ‘dupla circulação’ económica do país e melhorar a integração na conjuntura do desenvolvimento nacional”, referiu. Por fim, Ho Iat Seng pediu a participação de todos os sectores da sociedade no desenvolvimento económico da região.

       

      A.V.

      Ponto Finalhttps://pontofinal-macau.com
      Redacção do Ponto Final Macau