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      InícioSociedadeReunião Plenária do Conselho para os Assuntos Médicos abordou a pandemia

      Reunião Plenária do Conselho para os Assuntos Médicos abordou a pandemia

       

      O Conselho para os Assuntos Médicos realizou, recentemente, a sua décima nona reunião plenária. A reunião foi presidida pelo director dos Serviços de Saúde, Alvis Lo, e, para além de uma abordagem concreta ao desenvolvimento da pandemia em Macau e nas regiões vizinhas, o organismo debateu o programa de formação especializada e métodos de optimização e melhoramento do sistema médico do sector privado.

      Alvis Lo referiu que a situação pandémica em regiões vizinhas como Hong Kong, Zhuhai ou Zhongshan, entre outros lugares, “é grave e o contágio é rápido”. “A taxa de doenças graves e a mortalidade dos não vacinados são relativamente altas, especialmente as mortes envolvendo crianças pequenas e idosos, o que traz um alerta para Macau”, constatou o médico junto dos seus pares.

      O director dos Serviços de Saúde, que também preside ao conselho, referiu que, “em comparação com Hong Kong, Macau é densamente povoado”. “Se houver uma epidemia, as consequências podem ser mais graves”, devido, essencialmente às baixas taxas de vacinação, principalmente em determinadas faixas etárias, como em crianças dos 3 aos 11 anos e em idosos com mais de 70 anos.

      O responsável admitiu que os Serviços da Saúde “têm continuado a manter uma cooperação estreita com outros serviços e diversos sectores para introduzir várias medidas e criar condições para reforçar e aumentar a taxa de vacinação em Macau, especialmente para crianças e idosos”. “Espera-se que o sector esteja preparado para uma situação perigosa”, notou Alvis Lo, acrescentando que, caso seja detectado um utente que apresente sintomas semelhantes aos do novo tipo de coronavírus, “este deve ser submetido a um teste de ácido nucleico para evitar o risco de disseminação e surto epidémico”.

      Os Serviços de Saúde, revelou ainda Alvis Lo, “estabeleceram vários planos de contingência para responder rapidamente, controlar eficazmente a propagação da epidemia e evitar a formação de cadeias de transmissão comunitárias”. A expectativa do médico é de que “todos os representantes do sector de saúde possam promover e incentivar o público a administrar a vacina o mais rápido possível, especialmente idosos e crianças por meio de diferentes canais e métodos, para melhor estabelecer uma barreira de imunidade comunitária”.

      O organismo debateu ainda questões relacionadas ao regime da qualificação e inscrição para o exercício de actividade dos profissionais de saúde e a regulamentação do procedimento da formação médica e em enfermagem especializadas. Os profissionais da saúde apresentaram ainda os principais conteúdos da regulamentação e as disposições de trabalho futuro para a formação médica e em enfermagem especializadas.

      Ponto Final
      Ponto Finalhttps://pontofinal-macau.com
      Redacção do Ponto Final Macau