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      Vantagens do jornalismo português e inglês são cada vez mais relevantes, afirma Ho Iat Seng

      Durante o tradicional almoço de Ano Novo Lunar oferecido aos órgãos de comunicação social de línguas portuguesa e inglesa, o Chefe do Executivo disse esperar que os órgãos de comunicação estrangeiros possam tirar proveito, potenciando essas vantagens, que passam por dar a conhecer à comunidade portuguesa e à inglesa, mas também a quem vive fora do território, as políticas e trabalho na Zona de Cooperação Aprofundada entre Guangdong e Macau em Hengqin.

       

      O trabalho dos jornalistas portugueses e ingleses que estão em Macau é muito importante no sentido de dar a conhecer, através de diferentes formas de cobertura noticiosa, à comunidade portuguesa e à inglesa, mas também a quem reside fora do território, as políticas e trabalho na Zona de Cooperação Aprofundada entre Guangdong e Macau em Hengqin, no sentido de participarem, em conjunto, na sua construção.

      A ideia foi transmitida, ontem, pelo Chefe do Executivo durante o almoço de Ano Novo Lunar oferecido aos órgãos de comunicação social de línguas portuguesa e inglesa. Ho Iat Seng referiu que esta nova zona é uma nova plataforma para o desenvolvimento adequado e diversificado da economia de Macau. “Espero que o sector da comunicação social de Macau possa divulgar informações, de forma oportuna e correcta, sobre os recentes desenvolvimentos da Zona. Assim como, através de vários meios e de forma profissional, aprofundar o conhecimento da comunidade portuguesa e inglesa sobre as políticas e projectos da Zona de Cooperação Aprofundada, participando juntos na construção dos projectos”, notou.

      Em 2022, acrescentou Ho Iat Seng, o Governo da RAEM “continuará a implementar seriamente a orientação geral da acção governativa, a promover, gradualmente, diversas acções cívicas, de acordo com o 2.º Plano Quinquenal de Desenvolvimento, o posicionamento de ‘um Centro, uma Plataforma e uma Base’, a participação activa na construção da Grande Baía e ‘Uma Faixa, Uma Rota’”.

      Para o líder da RAEM, as vantagens do jornalismo português e inglês “são cada vez mais relevantes no sector, e muitos residentes de Macau que se encontram no estrangeiro ou os estrangeiros que estão atentos à situação de Macau, adquirem informações da RAEM ou ficam a conhecer o desenvolvimento do Interior da China através da plataforma de notícias dos órgãos de comunicação social portugueses e ingleses locais”.  “O Governo da RAEM espera que os profissionais da comunicação social continuem a potenciar as suas vantagens, e aproveitar a sua presença no seio de um ambiente multilinguístico e multicultural, assim como o conhecimento de perto da cultura chinesa, para potenciar as suas funções de ligação na Plataforma entre a China e Países da Língua Portuguesa, assim como na iniciativa ‘Uma Faixa, Uma Rota’, ajudando o mundo a conhecer mais e melhor Macau e a China”, afirmou o responsável máximo do Executivo local.

      Ho Iat Seng reiterou aos jornalistas presentes que, com vista a salvaguardar que o sector possa cumprir as suas funções, “o Governo continuará a reforçar a comunicação e interacção com o sector em conformidade com a Lei Básica e as respectivas disposições, apoiando e colaborando activamente com os trabalhos de cobertura noticiosa, suportando o desenvolvimento contínuo do sector”.

      O Chefe do Executivo da RAEM, alinhando com aquilo que tinha dito aos jornalistas de língua chinesa no dia anterior, referiu ainda que os jornalistas tiveram um pepel importante “na transmissão das informações oficiais sobre a prevenção e controlo da pandemia, esforçando-se em reflectir, em tempo oportuno, as opiniões e exigências da comunidade portuguesa e da inglesa”.  “Os profissionais da comunicação social portugueses e ingleses são o elo entre as diversas comunidades e o Governo, profissionais e responsáveis, permitindo que o governo possa inteirar-se, de forma integral, as necessidades e expectativas de diversos residentes, e que as acções governativas possam abranger todos os grupos da sociedade”, apontou.

       

       

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