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      Início Política Processo de integração das escolas públicas é bandeira da DSEDJ para 2022

      Processo de integração das escolas públicas é bandeira da DSEDJ para 2022

      Dez escolas oficiais estão inseridas num processo de integração que passa até pela criação de uma escola de ensino especial nas instalações da antiga Escola Primária Luso-Chinesa da Flora. O novo director dos Serviços de Educação e de Desenvolvimento da Juventude, Kong Chi Meng, revelou ainda que aguarda sugestões da EPM sobre ampliação de instalações.

       

      Numa conversa com os jornalistas à margem da sua tomada de posse como novo director dos Serviços de Educação e de Desenvolvimento da Juventude (DSEDJ), Kong Chi Meng referiu que o processo de integração das escolas públicas está a decorrer sem sobressaltos. “Estamos a preparar uma fusão de 10 escolas. Já fizemos sessões de esclarecimento com pais e encarregados de educação. E há ainda o projecto da criação de uma escola de ensino especial na península”, afirmou o novo responsável.

      A ideia da nova infraestrutura – que vai ocupar as actuais instalações da Escola Primária Luso-Chinesa da Flora – é integrar todos os recursos do ensino especial. “Queremos diminuir o tempo de transporte de alunos especiais, evitando ir para Coloane. A maioria dos estudantes com necessidades especiais mora em Macau, e por isso a ideia passava por criar uma escola especial na península. Escola com todos os níveis de ensino”.

      Kong Chi Meng salvaguardou que, no próximo ano lectivo, não há lugar a diminuição de vagas para alunos, nem tão pouco diminuição do número de professores.

      O novo responsável, que substituiu Lou Pak Sang na direcção da entidade que tutela a educação em Macau, também falou do futuro da Escola Portuguesa de Macau (EPM). Tem-se falado numa possível ampliação da escola, que pode passar mesmo por outras instalações no território, inclusive nos novos aterros.

      Kong Chi Meng admitiu aos profissionais da comunicação social que aguarda sugestões da EPM sobre ampliação das instalações. “A DSEDJ aguarda pelas sugestões e propostas da EPM sobre o processo de ampliação das instalações”, disse, admitindo, de seguida, que as partes têm mantido, entre outras temáticas, reuniões de trabalho sobre precisamente esse assunto.

      Apesar de, até ao momento, não existir fumo branco sobre o processo, Kong Chi Meng lembrou que “há terrenos para fins educativos na zona A dos aterros” e assinalou que a DSEDJ tem mantido o contacto próximo com as associações macaenses e portuguesas, bem como a EPM. “Espero que cheguem mais sugestões para nós, mas por enquanto ainda não existe uma decisão final sobre o assunto”, afirmou.

      O responsável disse ainda que a “Política de Juventude de Macau (2021-2030)” é para “concretizar”. “O trabalho que iremos desenvolver inclui ainda o aprofundamento da cooperação regional na área da educação e da juventude e a prestação de apoio aos jovens locais para aproveitarem as oportunidades decorrentes do posicionamento do desenvolvimento de Macau, com vista à integração na construção da Grande Baía e na conjuntura do desenvolvimento nacional.

      No discurso de tomada de posse, Kong Chi Meng disse ainda que irá empenhar-se na concretização das diversas políticas e medidas das Linhas de Acção Governativa (LAG) e na promoção activa do desenvolvimento dos trabalhos no âmbito da educação e da juventude de Macau, com a implementação das “Linhas Gerais do Desenvolvimento a Médio e Longo Prazo do Ensino Superior de Macau (2021-2030)”, do “Planeamento a Médio e Longo Prazo do Ensino Não Superior (2021-2030)” e da já referida anteriormente “Política de Juventude de Macau (2021-2030)”. Tudo por uma “difusão contínua do Amor pela Pátria e por Macau”.

       

      PONTO FINAL