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      Leitura do código de local será adoptada como medida obrigatória, diz secretária

      A secretária para os Assuntos Sociais e Cultura revelou ontem que o Governo está a trabalhar para que o código de local seja colocado em vários recintos fechados este mês, perspectivando implementar, de forma gradual, a medida de leitura obrigatória do código na entrada em determinados espaços, como estabelecimentos de comida e de entretenimento.

       

      O registo do itinerário pela leitura do código de local passará a ser obrigatório na entrada de determinados estabelecimentos e o Governo da RAEM vai estar empenhado para que o código de local passe a ser colocado em todos os serviços de Administração Pública, estabelecimentos de prestação de cuidados de saúde, recintos de entretenimento, bem como estabelecimentos de comidas. A secretária para os Assuntos Sociais e Cultura, Elsie Ao Ieong, espera que os trabalhos preparativos sejam concluídos neste mês, ou seja, antes do Ano Novo Lunar.

      À margem de uma reunião na Assembleia Legislativa ontem, a secretária salientou que a leitura do código de local vai ser implementada gradualmente como medida obrigatória na entrada de estabelecimentos e o público se habitue com a sua leitura, sendo que as autoridades irão analisar ao mesmo tempo os dados de utilização diária.

      De acordo com a responsável, vão ser permitidas duas formas de leitura: o público pode executar a leitura do código de estabelecimentos com os seus telemóveis ou apresentar o seu código de saúde ao pessoal do estabelecimento para realizar a leitura e o registo.

      Justificando com o facto de que a situação epidémica na cidade Tianjin tornou-se mais grave recentemente e a variante Omicron em Hong Kong tem a tendência de se espalhar, Elsie Ao Ieong enfatizou que Macau deve, em primeiro lugar, tomar medidas preventivas e, caso houver situações urgentes, podem ser tratadas de forma mais eficaz.

      “A implementação dessas medidas de leitura obrigatória de código é considerada como uma medida preventiva, devemos tomar mais actos para prevenir a situação anterior em que um passageiro de autocarro estava infectado, mas não conseguimos rastrear todas as pessoas que estavam no mesmo veículo, porque pouca gente tinha o registo de nome no passe de autocarros”, frisou.

      Considerando que alguns idosos não possuem telemóveis ou não sabem fazer a leitura do código, Elsie Ao Ieong disse que actualmente existem mais de 100 pontos de serviços que ajudam imprimir o seu código de saúde. Neste caso, os idosos podem trazer o papel do código de saúde para ser lido na entrada de local.

      Relativamente aos dados actuais de leitura do código de local, a secretária admitiu que o número de leitura não está satisfatório, que é cerca de 10 mil registos por dia, estando, no entanto, em crescimento. Entre os actuais espaços com código de local, a situação de utilização nos departamentos de saúde tem vindo a melhorar.

      No mesmo contexto, Elsie Ao Ieong referiu ainda que foi realizada uma reunião no passado sábado para analisar se os eventos de grande escala na RAEM deveriam ser lançados como planeados, por exemplo, como as celebrações para o Ano Novo Chinês. “Para as reuniões em espaços fechados, como banquetes, onde as pessoas ficam sem máscaras, recomendamos que não se realizem e o público não participe a menos que seja necessário. Porém, o Governo espera tomar medidas de prevenção epidémica rigorosas para garantir a continuidade de desenvolvimento económico, portanto, para os eventos ao ar livre, sob circunstâncias controláveis, acredita-se que possam continuar a ser realizadas”.

      Elsie Ao Ieong alertou que, se houver surto no território, todas as actividades serão suspensas novamente e serão proibidas a entrada e saída, apelando ao público a cumprir rigorosamente as medidas de prevenção da pandemia.

       

      Ho Iat Seng sem contactos associados a caso positivo

      Em relação a uma deslocação do Chefe do Executivo da RAEM ao interior da China na passada quarta-feira para participar numa reunião interna de assuntos oficiais, Elsie Ao Ieong esclareceu que não foi recebida nenhuma notificação do continente que quaisquer responsáveis em Macau sejam contactos próximos ou em contacto próximo por via secundária com caso confirmado.

      Recorde-se que, na RAEHK, apesar de estarem proibidas reuniões sociais, um parlamentar, Junius Ho, participou numa festa de aniversário com 170 convidados, onde pelo menos uma pessoa foi diagnosticada com Covid-19. O parlamentar deslocou-se na passada quarta-feira ao Continente para se encontrar com Xia Baolong, director do Gabinete para os Assuntos de Hong Kong e Macau do Conselho do Estado.

      Em resposta ao inquérito da imprensa em língua chinesa, o Gabinete de Comunicação Social afirmou que “o Chefe do Executivo não entrou em contacto com pessoas associadas ao caso positivo de Hong Kong e seguiu rigorosamente as directrizes de prevenção epidémicas e requisitos de testagem”.

      A secretária para os Assuntos Sociais e Cultura afirmou acreditar que todos os responsáveis do Governo têm cumprido todas as medidas de submissão a testes ou de observação médica.

       

       

       

      PONTO FINAL