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      Saúde mental: Autoridades acompanham 87 casos de estudantes com condutas de alto risco

       

      A Direcção dos Serviços de Educação e de Desenvolvimento da Juventude (DSEDJ) informou que está actualmente a acompanhar, a longo prazo, 87 casos de estudantes que apresentam condutas de alto risco de saúde mental. Em resposta a uma interpelação escrita do deputado Ho Ion Sang, as autoridades indicaram que, este ano lectivo, foi aumentado o valor atribuído às escolas para que estas possam contratar mais agentes de aconselhamento.

       

      Em resposta a uma interpelação escrita do deputado Ho Ion Sang, sobre a pressão psicológica e problemas emocionais dos alunos de Macau, a Direcção dos Serviços de Educação e de Desenvolvimento da Juventude (DSEDJ) informou que têm estado a ser acompanhados 87 casos de estudantes que apresentam condutas “de alto risco”.

      Na resposta, a DSEDJ assegura que tem dado grande importância à melhoria da saúde mental dos estudantes, bem como ao “reforço da sua capacidade de resiliência e gestão emocional, assim como à sua saúde mental”.

      “Se forem identificados alunos cuja segurança está em risco, a DSEDJ pode interferir, precocemente, nas situações e prestar o apoio necessário”, indica a resposta assinada por Lou Pak Sang, director da DSEDJ.

      A DSEDJ diz também que, até Novembro do ano passado, foram realizadas nove sessões de palestras sobre a saúde mental e stress emocional, que contaram com a presença de mais de um milhar de alunos, encarregados de educação, docentes e agentes de aconselhamento.

      No que respeita ao aconselhamento de estudantes, a DSEDJ diz que tem vindo a financiar nove entidades de aconselhamento psicológico e duas escolas que têm o português como língua veicular de ensino, para prestarem aconselhamento de natureza preventiva e evolutiva a todos os estudantes de Macau, bem como aconselhamento específico aos alunos com necessidades.

      As autoridades assinalam que, no ano lectivo 2021/2022, “o valor do financiamento atribuído às escolas foi aumentado para que estas possam contratar mais agentes de aconselhamento que, até este momento, são já cerca de 300”.

      Segundo as autoridades, a partir deste ano lectivo, em cada entidade de aconselhamento foi colocado um agente de aconselhamento “com grande experiência, de natureza itinerante, para ajudar as escolas a delinearem o plano escolar de saúde mental dos alunos, a desenvolverem os trabalhos relacionados com a saúde mental dos alunos e a encaminharem os alunos com necessidade para o sistema específico dos SS [Serviços de Saúde]”.

      Além disso, a DSEDJ diz também que tem promovido a reforma curricular, que abrange a educação em matéria de “saúde mental e moral”, na categoria de disciplina obrigatória para os estudantes dos ensinos primário e secundário, “para que os conteúdos relacionados com a saúde mental e moral integrem os currículos escolares”.

      As autoridades asseguram também que vão continuar a organizar e financiar actividades relacionadas com a “educação para a vida saudável e a educação parental”, reforçando a informação nos bairros comunitários e “incentivando os alunos a participarem em actividades comunitárias e de voluntariado, de modo a enriquecer as suas experiências de aprendizagem e as relações interpessoais dos alunos com características variadas, ajudando-os a maximizarem as suas potencialidades, a desenvolverem a sua personalidade e os seus interesses, assim como a promover o seu desenvolvimento integral, a sua realização pessoal e a construção de um sistema de valores positivo”.

       

       

      PONTO FINAL