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      Livros de artista patentes na galeria da Livraria Portuguesa

      A quarta edição da Book Hop – Exposição de Livros de Artista vai ter lugar no próximo dia 19 de Novembro, pelas 18h30, na galeria da Livraria Portuguesa. Na segunda apresentação por Macau, a iniciativa, da curadoria de Jorge Simões e Paulo Côrte-Real e organizada pela Associação Cultural 10 Marias revelará trabalho artístico de nomes como Julião Sarmento, Daniel Blaufuks, João Louro, Chong Hoi, Alan Ieon ou Rusty Fox, entre muitos outros. Um total de mais de 60 obras, como surpresas à mistura, estarão patentes até 5 de Dezembro.

      “Podemos esperar um apanhado de livros de artistas portugueses de artistas locais de Macau. Depois do sucesso da primeira edição em Macau, do evento que já vai para a quarta edição, espero que esta segunda edição corra igualmente bem”, disse Paulo Côrte-Real ao PONTO FINAL.

      Para que a curadoria possa considerar as obras para serem expostas, cada livro terá de ser quase que totalmente idealizado e feito pelo artista, ou pelos artistas. A tiragem de cada obra não deverá exceder os 300 exemplares. “Portanto, estamos a falar de edições artísticas que não se têm de vergar ao mercado editorial”, explicou o curador, também ele designer de profissão.

      A grosso modo, “o projecto consiste na exposição de edições de livros de artista realizados por autores que tenham criado livros para mostrar o seu trabalho, quer tenham servido de maquetas para edições ou apenas como obra per si”, pode ler-se na nota de imprensa divulgada pela organização. “Pode até extrapolar o próprio conceito de livro e não têm que ser lidos para serem compreendidos. Os livros de artistas são objectos de experimentação, podendo conter múltiplos discursos”, notou Paulo Côrte-Real.

      E que tipo de livros de artista vamos poder ver na galeria da Livraria Portuguesa? “Para além da fotografia, estão também incluidos “sketchbooks”, caso a técnica utilizada seja desenho, pintura ou banda desenhada. O livro enquanto objecto não está morto, muito pelo contrário”, referiu ainda Côrte-Real, que acrescentou que “o importante e interessante é mostrar a vertente visual de cada obra”. A mostra pode ser vista de segunda-feira a sábado, das 11h às 19h, e conta com o apoio da Fundação Macau e do Instituto Cultural.