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      Associação Novo Macau propõe dez sugestões para a nova lei do jogo

       

      A Associação Novo Macau apresentou um plano com dez sugestões para a revisão à lei do jogo. Na sexta-feira, elementos da associação democrata levaram o documento à Direcção de Inspecção e Coordenação de Jogos (DICJ).

      Num comunicado divulgado depois à imprensa, a associação realça que as novas licenças para a concessão dos casinos deve ter por base o princípio da promoção do desenvolvimento sustentável de Macau de forma diversificada.

      Uma das sugestões apresentadas tem a ver com o controlo adequado da escala de desenvolvimento da indústria do jogo para evitar o desenvolvimento irresponsável da industria do jogo, “que subsequentemente afectará os recursos terrestres e ambientais, tal como dificultará do desenvolvimento diversificado das indústrias económicas, comprimindo os recursos humanos e a competitividade de outras indústrias, e fará com que as receitas das finanças públicas dependam demasiado de uma única fonte de rendimento”.

      A associação, da qual o antigo deputado Sulu Sou é vice-presidente, aconselha a que as concessões das licenças de jogo sejam “abertas, justas e imparciais”, e que se faça “bom uso” da experiência das actuais concessionárias e “que tenha em conta as diferentes escalas dos operadores locais e estrangeiros, promovendo a sua participação justa e dando pleno realce aos seus respectivos pontos fortes, e trabalhem em conjunto para maximizar os benefícios do desenvolvimento sustentável da RAEM”.

      A Novo Macau sugere que a nova lei deva proibir o “fenómeno caótico das subconcessões” e os enormes interesses privados derivados do mesmo. Por outro lado, a associação pede medidas mais activas para proteger a prioridade de emprego dos residentes locais e o desenvolvimento de elementos não-jogo para promover a diversificação económica da região.

       

      PONTO FINAL

      Ponto Finalhttps://pontofinal-macau.com
      Redacção do Ponto Final Macau