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      This is My City comemora 15 anos com um novo ciclo

       

      Festival

      No próximo sábado estreia em Bruxelas, no festival Cine Luso, o filme Holy Eyes, do realizador de Macau, Ken U. Esta é apenas uma de várias iniciativas, criadas para assinalar os 15 anos do festival This is My City (TIMC), anuncia um comunicado de imprensa, enviado ontem às redacções. “Esta ida do filme Holy Eyes a Bruxelas responde à ideia de internacionalizar as nossas acções para o lado ocidental e por isso Europa, Bruxelas, com uma comunidade portuguesa grande, inserido no âmbito da lusofonia”, disse o co-fundador do TIMC, Manuel Correia da Silva.

      O objectivo passa também, admite a organização, por propor uma nova maneira de olhar para a lusofonia, com filmes em chinês. “Relaciona-se com a actualidade, é uma curta, é alguém  com  um  trabalho  muito  contemporâneo e isso é interessante: conseguirmos exportar e promover essa imagem contemporânea de Macau no centro da Europa”, referiu Manuel Correia da Silva.

      Para já, as celebrações começaram com o U Fest, um festival-escola, que está a decorrer em Macau e Zhuhai, e vão continuar, culminando com a apresentação do documentário Sound of Sea Breeze, com data ainda por confirmar, sobre a digressão da banda chinesa Wu Tiao Ren em Portugal, realizado por Manuel Correia da Silva e por Luís Brás.

      O U Fest é um programa de formação e mentoria destinado a partilhar junto dos estudantes universitários a experiência conquistada ao longo dos anos do TIMC, encontrando formas de criar festivais novos, com impacto e sustentáveis.

      São 15 anos de concertos, exposições e debates em diferentes cidades da República Popular da China, Portugal e Brasil. No ano em que celebra um aniversário redondo, o TIMC tem novos projectos, novos formatos, novas agendas e novos locais na sua rota, pode ler-se no mesmo comunicado. “Durante estes 15 anos, assistimos a muitas alterações e mudanças, acima de tudo na cidade de Macau, e tivemos a capacidade de nos adaptar, interpretar o que é que a cidade e nós precisávamos, e irmos sobrevivendo este tempo todo”, notou, em jeito de balanço, Manuel Correia da Silva.

      Promovido pela associação +853, o TIMC tem contado com o apoio de entidades como o Turismo de Macau, Fundação Macau e Casa de Portugal, bem como do Instituto Cultural e do Albergue da Santa Casa da Misericórdia.

       

      PONTO FINAL

      Ponto Final
      Ponto Finalhttps://pontofinal-macau.com
      Redacção do Ponto Final Macau