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      Início Economia Comerciantes das zonas que estiveram isoladas queixam-se de que negócio foi prejudicado

      Comerciantes das zonas que estiveram isoladas queixam-se de que negócio foi prejudicado

      Ella Lei e Leong Sun Iok, deputados ligados à Federação das Associações dos Operários de Macau (FAOM), foram ouvir as queixas dos comerciantes da Rua da Emenda e da Estrada de Coelho do Amaral, onde vários edifícios estiveram em isolamento depois de terem sido classificadas zonas de alto risco. Os moradores de alguns dos edifícios destas ruas estiveram em isolamento durante 14 dias e a zona esteve interdita.

      Segundo uma nota enviada ontem pela associação às redacções, os vendedores ambulantes e comerciantes daquelas zonas disseram compreender a razão daquele isolamento e, por isso, cooperaram de imediato. No entanto, segundo a FAOM, quando regressaram ao local, estes comerciantes perceberam que tinham sido retirados das suas bancas objectos como balanças e tábuas.

      Além disso, os vendedores de legumes e frutas disseram que houve uma grande pilha de mercadoria que não conseguiram vender antes de a área ter sido encerrada e que, uma vez que estes são produtos frescos, estes alimentos tiveram de ser colocados no lixo. Por isso, estes comerciantes pediram que as autoridades tenham, no futuro, um melhor mecanismo para lidar com as áreas em isolamento, incluindo na divulgação da informação e na resposta às preocupações das pessoas afectadas.

      Por outro lado, os deputados da FAOM assinalam que outros estabelecimentos de lazer e entretenimento estiveram encerrados por um período de 14 dias, como cinemas, teatros, saunas, salas de massagens, salões de beleza, discotecas e ginásios, por exemplo. A medida “afectou estes negócios pela segunda vez desde o início da pandemia”, diz a FAOM. Por isso, os deputados pedem mais apoios para os negócios que tiveram de fechar por indicação do Governo.